domingo, 10 de novembro de 2013

Roteiro para uso das Mídias


TEMA: Criando e Brincando com Sucata
ESTRUTURA CURRICULAR: Educação Infantil – Berçário I
OBJETIVOS: Trabalhar de forma lúdica, a reutilização de resíduos sólidos fazendo uma ligação com o Plano de Ação e QSN (Quadro de Saberes Necessários), de modo que ESCOLA e COMUNIDADE se unam a fim de um bem comum: a Preservação Ambiental.
DURAÇÃO DAS ATIVIDADES: 7 dias
CONHECIMENTOS PRÉVIOS: Contato com embalagens que a família joga no lixo.
ESTRATÉGIAS:
- Roda de conversa: Demonstrar e explicar como o lixo pode ser reutilizado para criação de brinquedos, instrumentos musicais, etc.
- Solicitação aos pais, de rolos de papelão, latas de leite, de molho, garrafinhas plásticas, bolinhas de desodorante roll-on.
- Pintura e confecção dos instrumentos musicais.
- Exposição dos trabalhos nos corredores da escola juntamente com um banner que contém o que foi realizado.
- Filmagem da participação das crianças no processo, filmagem da exposição, da visitação dos pais e das crianças manuseando os trabalhos.
- Editoração e exposição de um vídeo mostrando os melhores momentos do projeto às crianças e aos pais.
RECURSOS: Tintas, cola colorida, bexiga, projetor, DVD.
AVALIAÇÃO: Observar e registrar o interesse e o deslumbramento das crianças ao criarem seu próprio brinquedo ou instrumento musical a partir de materiais que seriam descartados.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Refletindo sobre mídia, educação e indústria cultural


1. O que entendemos por mídia e educação e indústria cultural?

Entendemos por mídia tudo o que pode ser veiculado através dos meios de comunicação, tais como, radio, TV, vídeos, revistas, celulares, internet, outdoors entre outros.

A educação está interligada com as novas tecnologias e não tem como separar uma da outra, pois podemos aprender com o professor sobre um tema e buscar novas informações na internet ou em revistas.

A indústria cultural manipula as informações para que ela própria seja beneficiada, onde não haja questionamentos ou criticas em relação ao assunto abordado.

2. Qual é a importância que nós professores atribuímos ao uso do computador na escola?

A perspectiva que se abre no campo educacional, indo do livro e do quadro de giz à sala de aula informatizada ou on-line, leva o professor a uma perplexidade, despertando insegurança frente aos desafios que representa a incorporação dos TIC ao cotidiano escolar. Talvez sejamos ainda os mesmos educadores, mas certamente, nossos alunos já não são os mesmos, “estão em outra”.

3. Qual a relação que podemos estabelecer entre indústria cultural e escola?
 
A escola é vista apenas como mais uma entre as muitas agências especializadas na produção e disseminação da cultura. No processo geral de transmissão da cultura e no processo de socialização das novas gerações, a escola vem perdendo terreno e prestígio em concorrência com as diferentes mídias. É imprescindível enfatizar o cunho pedagógico em detrimento das virtualidades técnicas, fugindo do discurso ideológico procedente da indústria cultural.

4. Que influencia que a mídia exerce no meio educacional?

Tanto a família quanto a escola e outras instituições sociais, influenciam para a conformação e adaptação às normas dominantes, ao mesmo tempo em que transmitem aos homens os conhecimentos técnicos acumulados pelas gerações antecessoras, desenvolvendo habilidades para adaptação ao sistema social econômico. Dessa maneira, essas características vão modelando o processo de socialização, a formação de novas gerações e a transmissão cultural. Neste contexto, a formação da personalidade do indivíduo passa a ser tarefa de instituições e de especialistas como: psicólogos, orientadores educacionais, médicos, assistentes sociais. E a escola divide com a mídia a responsabilidade na socialização dos jovens e crianças.

5. Qual a sua opinião sobre o acesso indiscriminado a Internet por crianças e adolescentes sem encaminhamento ou acompanhamento de pais e (ou) professores?

Eles devem ser orientados sobre o uso e a reflexão critica das informações que recebem por este meio. A grande maioria dos profissionais da educação ainda não se vê preparada para o enfrentamento de metodologias que utilizem esses recursos tecnológicos. Desta forma, muitas explicações têm sido dadas para justificar esta resistência, no entanto, tornam-se premente que o professor propicie aos alunos elementos de emancipação com a utilização destes aparatos como ferramentas pedagógicas.

6. Qual o seu ponto de vista sobre a inserção da Internet nos encaminhamentos pedagógicos?

A Internet tem cada vez mais atingido o sistema educacional e as escolas. As redes são utilizadas no processo pedagógico para romper as paredes da escola, bem como para que aluno e professor possam conhecer o mundo, novas realidades, culturas diferentes, desenvolvendo a aprendizagem através do intercâmbio e aprendizado colaborativo.

7. Quais fatores você considera importantes para a incorporação da Mídia e suas tecnologias na realização do trabalho didático?

O trabalho em equipe e a Internet oferecem uma das mais excitantes e efetivas formas para capacitar os estudantes ao processo colaborativo e cooperativo e, ainda, desenvolver a habilidade de comunicação. Aprendizagem colaborativa é muito mais significativa quando os estudantes podem trabalhar com alunos de outras culturas, podendo entender e perceber novas e diferentes visões de mundo ampliando assim seu conhecimento.


Ana Paula Tiyome Maeda

Daniella Pandjardjian

Patricia Julieta Lopes da Silva

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Atividade 4.3 – Reflexão sobre experiências de projetos com uso de recursos tecnológicos em sala de aula


Que o uso das mídias faz parte do nosso dia-a-dia, isso está bem claro.
Mas, se faz necessário refletir no modo como estamos empregando essas mídias.
Vemos que escola, família, grupos sociais e meios de comunicação são importantes espaços educativos e socializadores.
Com o intenso interesse mais pela TV e internet do que pelos livros, precisamos aprender a fazer um letramento criterioso do que nos é oferecido.
Com base neste pensamento, foi sugerido pelo British Film Institute que façamos uma abordagem com nossos alunos que é composta por:

- Agência: Pensar a respeito de quem age na construção dos textos midiáticos
- Categorias: Refletir sobre como as categorias produzem expectativas e afetam o modo como os textos midiáticos são lidos.
- Tecnologia: Entender o que se pode fazer com as tecnologias disponíveis, não necessariamente dominar o assunto.
- Linguagens: Observar se a leitura que as crianças fazem das mídias, possibilitam interpretação.
- Audiências: Saber quem é o público-alvo.
- Representação: Problematizar a forma como o mundo é visto através dos textos midiáticos.

O exemplo da pesquisa de campo mencionada no texto se assemelha a minha observação na escola onde atuo.
A começar do computador disponível para os professores, não vejo nenhuma das colegas da creche fazerem uso do mesmo.
Também há utilização rotineira de TV e DVD. Todas as salas reservam um dia da semana para esses momentos, porém, normalmente é mais para entretenimento do que para complementar uma atividade dirigida.
Acredito ser muito importante aproveitar esses recursos para colocar em prática algumas atividades e projetos que suscitem reflexão, discussão, questionamento, formulação de ideias, produções dos alunos, etc.
Entretanto, percebi que muitas das experiências vivenciadas e contadas no texto foram realizadas com alunos do ensino fundamental.
Como trabalho com educação infantil, comecei a pensar em algumas formas de atingir e interagir com as crianças nessa faixa etária usando as mídias.
Colocando isso em prática, disponibilizei as sucatas de celulares para as crianças terem contato com elas novamente. E, com esse olhar, observei o modo de cada uma interagir com o celular. Algumas o tocavam, outras “falavam” com alguém através dele. Foi muito interessante perceber como a maioria já tem familiaridade com esta mídia.
Em outra oportunidade, distribui entre elas, algumas revistas. Pude notar que algumas observavam atentamente cada imagem. E, quando eu percebia alguma propaganda conhecida, perguntava a eles o que era. E os mais “falantes” respondiam imediatamente. Como é o caso do logotipo do Mc Donalds, quem não o conhece?

Diante das minhas considerações, concluo que a escola, especialmente, os professores necessitam ser mediadores nesta interação entre alunos-mídia para que se formem cidadãos críticos e autores (não apenas receptores) na explosão de informações que vivenciamos todos os dias.

sábado, 19 de outubro de 2013

“Produtos e Objetos do Portal do Professor”

IDEIAS PARA TRABALHAR MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Pesquisando no http://portaldoprofessor.mec.gov.br/ e na página de Recursos Educacionais, busquei como palavra-chave Instrumentos Musicais e encontrei este site muito interessante que se chama Zorelha – Um objeto de aprendizagem para auxiliar o desenvolvimento da percepção musical. http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/15124/index.html?sequence=33. Ele é um site que ensina música para as crianças de forma interativa e permite que elas descubram, por exemplo, que instrumento está tocando e outros jogos que ampliam o conhecimento musical. Vale a pena conferir! Gostei!

Também encontrei um arquivo que sugere uma atividade para aguçar o sentido de audição.
Chama-se Oficina – Órgãos de Sentidos – Será que vai dar som? O link é http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/11719/sera%20que%20vai%20dar%20som.pdf?sequence=1
Ensina como fazer com recursos bem simples, objetos com os quais as crianças vão adorar emitir sons!

IDEIAS PARA TRABALHAR CORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Outro recurso que encontrei, desta vez com o tema Cores, foi sobre uma experiência de demonstrar que a luz branca é efetivamente composta por uma mistura de todas as cores conforme Newton. Ele demonstrou isso mesmo com esta experiência. Esta pode ser feita em sala desta forma:

VAMOS GIRAR UM DISCO
Material: Um disco de papel, um CD velho..., pinte-o como este exemplo, faça-o girar rapidamente e observa o resultado.
Se desejar, imprime ESTE DISCO 

Depois, cole-o num cartão.
Muito interessante também!

Em outro recurso, pode-se aprender a construir um Higrômetro.
Clicando aqui, você pode descobrir com as crianças se vai chover ou não! Muito legal!


Quanto mais se acessa esses Recursos Educacionais, mais se aprende. Por isso, que ao ensinar, o professor faz várias descobertas e também constrói seu conhecimento.


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Olá, meu filho é viciado em internet?

A preocupação com o uso exagerado do computador por crianças parece ter aumentado ao longo dos últimos anos. Com equipamentos mais baratos e o acesso facilitado nas pelas Lan Houses, as crianças, e principalmente os adolescentes, têm aumentado suas horas desse uso, algumas vezes acarretando perdas significativas em seu desenvolvimento. Dependendo do caso, algumas dessas perdas  ‐ como anos na escola ou falta de traquejo social  ‐ podem ser trabalhosas de serem resgatadas.
Esse novo hábito das nossas crianças e jovens vem preocupando as famílias, gerando situações delicadas e algumas vezes até angustiantes, pelo fato dos adultos se sentirem impotentes frente a esse novo aspecto da educação de seus filhos. Realmente ter filhos, sobrinhos ou jovens usuários de internet por perto, ou sob nossa direção, nos tempos de hoje, tem parecido ser uma tarefa complicada. Embora a tecnologia tenha vindo para facilitar nossas vidas, ela acabou trazendo, como uso que fazemos dela, muitas mudanças e desafios.
Educar filhos em uma época de tantas transformações acaba exigindo de nós um cuidado maior e um olhar mais atento: tanto para o uso que eles fazem da tecnologia, como para o uso que nós, adultos ‐ como exemplos que somos ‐ fazemos dessas mesmas ferramentas.
Muitas vezes, como pais, vivemos envolvidos com nosso trabalho e acabamos não percebendo alguns excessos de nossos filhos. Até pouco tempo, a TV era considerada uma vilã, pelo fato das crianças ficarem muito tempo à sua frente. Depois, isso aconteceu com os videogames.
Agora os vilões da vez parecem ser o computador e os smartphones, especialmente por conta dos possíveis, frequentes e diários acessos a Internet. Por ser uma ferramenta contemporânea muito difundida, e pela rapidez com que nos envolvemos com ela, muitas vezes nem conseguimos nos lembrar de como era a nossa vida sem o celular ou os computadores sempre por perto.
Mas, dentro desse panorama, a possibilidade de um uso não saudável acaba sendo frequente, muitas vezes até por inocência no uso de tais ferramentas. E, no caso das crianças e adolescentes, a tarefa de educá‐las também virtualmente acaba recaindo sobre os pais ou educadores presentes.
Apesar das crianças adolescerem e crescerem, isso não retira dos pais, ou de quem
fica responsável pela casa diariamente, o lugar de autoridade. Para um desenvolvimento
saudável, em um mundo tão repleto demudanças,todos precisam trabalhar juntos.
A adolescência é uma fase marcada por confusões, ainda que passageiras.Os adolescentes experimentam ser adultos com frequência, e vivem querendo se impor, querendo tomar o controle da situação. Todo crescimento, nas diversas fases da nossa vida, acontece mais ou menos desse jeitão mesmo, são crises de ‘dentro de nós’: hora queremos isso hora queremos aquilo, e é assim que vamos nos construindo, reafirmando‐nos e ganhando o nosso espaço no mundo, com os amigos, em casa, com a família, na escola.
Só que algumas vezes os adolescentes não conseguem assimilar sozinhos todas as ocorrências cotidianas, de uma forma mais natural, sem que isso os atrapalhe. Podem vir a criar zonas de conforto, onde acreditam estar conseguindo fazer todas as coisas que querem. E parece ser nesse momento que a internet e seus prazeres instantâneos têm terreno fértil. Mas não se esqueçam que crianças e adolescentes precisam de limites, pois não sabem muito bem até onde podem ir e estão sempre testando esses limites, tanto na internet quanto fora dela.
Cabe então, aos pais, colocar esses parâmetros, para que eles possam ir formando seus próprios conceitos de comportamentos morais e éticos.
Muitos pais tomam diversas atitudes, visando levar seus filhos a mudar seus comportamentos quando julgam que estão sendo prejudiciais. Retiram o computador ou tentam colocar regras mais rígidas para seu uso, na tentativa de que eles mudem seus hábitos. Mas, muitas vezes, esse parece um caminho inútil para resolver o problema. Isso acontece mesmo, porque quando falamos de comportamentos e de mudanças de hábitos de adolescentes, a resolução não é imediata, mas,sim, parte de um processo. É preciso persistir naqueles limites que vocês, como pais, educadores ou cuidadores, acreditam ser importantes, mesmo que os "resultados" não apareçam de imediato.
Será bom também, que esses limites, quando acordados com as crianças e adolescentes, não percam seu valor ("isso não pode, mas se ele insistir acaba podendo"). Por isso, precisa(m) sentar com ele(a), definir esses limites – de preferência usando uma linguagem que ele entenda – e, principalmente, persistir neles. É bom também que se defina nesse momento o que ocorrerá, caso, quando e se, essas regras forem quebradas. Tal como acontece na vida, com os adultos: se quebramos alguma regra, acabamos sofrendo algum tipo de perda ou restrição.
Adequar os comportamentos usando bom senso, pode ser a maneira mais saudável de lidar com tantas mudanças e diferenças. Retirar o uso da tecnologia tem parecido uma tarefa muito punitiva, para ambos, pais e crianças, e pouco efetiva do ponto de vista educacional. Porém, quando chegamos aos extremos de agressividade e depressão, muitas vezes retirá‐los por completo da tecnologia pode ajudá‐los a perceber alguns limites. Algumas vezes isso acaba se fazendo necessário para que possam, juntos,restabelecer alguns combinados e regras, visando um uso mais saudável das novas tecnologias.
Essas providências poderão criar no adolescente um vazio, e a necessidade de buscar outras e novas formas de satisfação. É difícil conseguir conscientizar um adolescente ou uma criança sem que ele sinta "na pele" a perda. Educar é frustrar, não há como passar por isso sem que exista certa dose de sofrimento.
Crianças e adolescentes naturalmente precisam de determinadas “regras” que servirão como estímulo ao seu crescimento saudável. Comer, dormir, se exercitar e estudar seriam, a priori, o mínimo de atividades necessárias a serem cumpridas no decorrer de seu crescimento. Quanto menor a criança, mais necessidade ela terá de ter suprida, controlada e ensinada por outrem, sobre a importância cotidiana dessas atividades. Assim sendo, deixar de cumprir qualquer uma delas, pode acarretar significantes perdas em seus desenvolvimentos integrais.
Pais de adolescentes não conseguem controlar tudo o que seus filhos fazem, como quando eram menores. Talvez não consigamos mais escolher seus ídolos, seus amigos, qual carreira vai seguir, se vai ter muitos ou poucos amigos, etc. Mas independente de sua maior autonomia conquistada e sadia, ele tem regras a cumprir, tanto em casa, como na escola, como na sociedade e independente de quem ele queira ser, terá que aceitar e respeitar essas regras. As regras da sociedade e da escola não são vocês quem definem, mas as da casa, sim!
Não suportar coisas simples como uma fila de banco ou a espera da comida no restaurante, sem um “brinquedinho tecnológico” nas mãos – caso seja uma situação que traga muita angústia – também pode ser um indício de que andam exagerando na dose do tecnológico, para, de certa forma, escapar do que é chato e enfadonho. Entretanto, esse comportamento também pode ser natural e saudável, contanto que se aprenda que nem tudo é só diversão, e que, às vezes,manter amente quieta também pode ser prazeroso e saudável.
Sabemos que é sofrido para os pais, imporem algum tipo de frustração e perda a seus filhos, mas esse caminho, dependendo do momento, pode ser fundamental para que eles possam perceber e aprender a lidar com suas dificuldades. Tentar conversar sempre, sobre suas angústias e necessidades e negociar com eles os limites, que depois de negociados e acordados, devem ser seguidos, traz à consciência o fato de que os desafios  ‐ mesmo que muitos difíceis ‐ podem ser superados!
A dor que seu filho talvez sinta hoje, ao se ver limitado pelas regras, é a base formadora dos recursos que poderão ajudá‐lo amanhã. Se ele está precisando tanto dessas ferramentas tecnológicas, e com tanta frequência, vale observar se existe algum sofrimento muito grande, na fase que vive, com o qual tem tido dificuldades de se sair bem sozinho. Sentir e perceber essas dificuldades é fundamental para sair do lugar onde "está tudo bem comigo, minha mãe/meu pai é que são meu problema". E tirá‐lo desse lugar mais cômodo, onde comumente adolescentes estacionam, provavelmente será sofrido para ele, mas lembrem‐se, crescer é sofrido mesmo ! 

Fonte: http://www.pucsp.br/nppi/downloads/meu_fillho_viciado_internet.pdf
Equipe de Psicólogos do NPPI 
Elaborando e executando um Plano de aulas

Proposto a ser realizado na EPG Anselmo Duarte: 

TEMA: Animais
ESTRUTURA CURRICULAR: Educação Infantil – Berçário I
OBJETIVOS: Identificar alguns animais domésticos; se expressar através de atividades artísticas como: pintar, rasgar, colar, cantar, dançar, imitar, etc; desenvolver autonomia na escolha do animal que mais gostou.
DURAÇÃO DAS ATIVIDADES: 10 dias, sendo 1 hora por dia.
CONHECIMENTOS PRÉVIOS: Contato com animais em casa ou através de imagens em livros, desenhos ou filmes.
ESTRATÉGIAS:
- Contação de histórias que tenham como personagem algum animal escolhido. Animais escolhidos: Gato, Pato, Peixe e Cachorro.
- Cânticos de músicas que citam animais. Exemplos: “Um patinho passeando na lagoa...”, “Não atire o pau no gato”, “Seu Lobato tinha um sítio”, etc.
- Pintura com pincel do Gato, Colagem de bolinhas de crepon no Pato, Pintura com a mão do Peixinho, Pintura a dedo do Cachorro. Todas em cartazes.
- Exposição de vídeos que contenham animais, inclusive do Bebê Mais – Animais.
- No final, pesquisa com os alunos para descobrir o animal preferido.
RECURSOS: Vídeo e projetor, DVD´s e CD´s, rádio, máquina fotográfica.

AVALIAÇÃO: Observar o interesse, a aceitação e participação dos alunos nas atividades propostas, constatar se os animais foram reconhecidos pelos alunos e se souberam escolher aquele que gostaram mais.