1.
O que entendemos por mídia e educação e indústria cultural?
Entendemos
por mídia tudo o que pode ser veiculado através dos meios de comunicação, tais
como, radio, TV, vídeos, revistas, celulares, internet, outdoors entre outros.
A
educação está interligada com as novas tecnologias e não tem como separar uma
da outra, pois podemos aprender com o professor sobre um tema e buscar novas
informações na internet ou em revistas.
A
indústria cultural manipula as informações para que ela própria seja
beneficiada, onde não haja questionamentos ou criticas em relação ao assunto
abordado.
2.
Qual é a importância que nós professores atribuímos ao uso do computador na
escola?
A
perspectiva que se abre no campo educacional, indo do livro e do quadro de giz
à sala de aula informatizada ou on-line, leva o professor a uma perplexidade, despertando
insegurança frente aos desafios que representa a incorporação dos TIC ao cotidiano
escolar. Talvez sejamos ainda os mesmos educadores, mas certamente, nossos
alunos já não são os mesmos, “estão em outra”.
3.
Qual a relação que podemos estabelecer entre indústria cultural e escola?
A
escola é vista apenas como mais uma entre as muitas agências especializadas na
produção e disseminação da cultura. No processo geral de transmissão da cultura
e no processo de socialização das novas gerações, a escola vem perdendo terreno
e prestígio em concorrência com as diferentes mídias. É imprescindível enfatizar
o cunho pedagógico em detrimento das virtualidades técnicas, fugindo do discurso
ideológico procedente da indústria cultural.
4.
Que influencia que a mídia exerce no meio educacional?
Tanto
a família quanto a escola e outras instituições sociais, influenciam para a conformação
e adaptação às normas dominantes, ao mesmo tempo em que transmitem aos homens
os conhecimentos técnicos acumulados pelas gerações antecessoras, desenvolvendo
habilidades para adaptação ao sistema social econômico. Dessa maneira, essas características
vão modelando o processo de socialização, a formação de novas gerações e a
transmissão cultural. Neste contexto, a formação da personalidade do indivíduo
passa a ser tarefa de instituições e de especialistas como: psicólogos, orientadores
educacionais, médicos, assistentes sociais. E a escola divide com a mídia a
responsabilidade na socialização dos jovens e crianças.
5.
Qual a sua opinião sobre o acesso indiscriminado a Internet por crianças e
adolescentes sem encaminhamento ou acompanhamento de pais e (ou) professores?
Eles
devem ser orientados sobre o uso e a reflexão critica das informações que
recebem por este meio. A grande maioria dos profissionais da educação ainda não
se vê preparada para o enfrentamento de metodologias que utilizem esses recursos
tecnológicos. Desta forma, muitas explicações têm sido dadas para justificar esta
resistência, no entanto, tornam-se premente que o professor propicie aos alunos
elementos de emancipação com a utilização destes aparatos como ferramentas
pedagógicas.
6.
Qual o seu ponto de vista sobre a inserção da Internet nos encaminhamentos
pedagógicos?
A
Internet tem cada vez mais atingido o sistema educacional e as escolas. As
redes são utilizadas no processo pedagógico para romper as paredes da escola,
bem como para que aluno e professor possam conhecer o mundo, novas realidades, culturas
diferentes, desenvolvendo a aprendizagem através do intercâmbio e aprendizado colaborativo.
7.
Quais fatores você considera importantes para a incorporação da Mídia e suas
tecnologias na realização do trabalho didático?
O
trabalho em equipe e a Internet oferecem uma das mais excitantes e efetivas
formas para capacitar os estudantes ao processo colaborativo e cooperativo e,
ainda, desenvolver a habilidade de comunicação. Aprendizagem colaborativa é
muito mais significativa quando os estudantes podem trabalhar com alunos de
outras culturas, podendo entender e perceber novas e diferentes visões de mundo
ampliando assim seu conhecimento.
Ana
Paula Tiyome Maeda
Daniella
Pandjardjian
Patricia
Julieta Lopes da Silva